quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tributo à Affonso Machiavelli e Dina Machiavelli



Um dia um homem guerreiro deixou para trás sua pátria amada e seus costumes, já que esta estava em guerra, em busca de construir uma história diferente, de um trabalho digno, de fato construir ...no sentido amplo da palavra. Deixou lá a sua alma, mas trouxe consigo um coração cheio de  amor, valentia e audácia. Aqui, no Brasil, neste vasto terreno, soube aproveitar com maestria os frutos que esta terra pode produzir. Este homem fez família, criou 13 filhos, mudou o curso da própria sorte, ergueu importantes prédios, fez um nome a zelar, honrou o próprio nome e de sua descendência.

Aqui, algumas fotos da cidade de origem deste homem, gentilmente cedidas pelo primo Junior, que lá esteve e pode sentir a maravilha da força que esse homem carregava dentro de si, da sensibilidade de como que via o mundo e suas particularidades: o tempo, os espaços, os lugares e as flores...ah...as flores! Que encantam a cidade, que dão um colorido especial em todos os lugares da terra natal. Lembro-me fielmente como minha avó, Geraldina Machiavelli, amava as flores. Podíamos pedir mil vezes uma rosa, que ela reproduzia perfeitamente no papel. Ela amava as rosas, assim como o pai dela, meu bisavô, que acabo de descobrir que veio de um lugar recheado delas, Loiano/ Itália.

Hoje, no dia das crianças, dedico este texto a todos os Machiavelli, inclusive o meu filho e especialmente a Geraldina Machiavelli, minha querida avó e Affonso Machiavelli, meu bisavô. Todos carregam nos genes a inteligência, determinação e garra e todos conseguem transferir para a vida, a beleza de ser o que são e a esparramar para o mundo, a pureza e o amor, como as flores dos jardins.

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